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terça-feira, 20 de outubro de 2009

Mistura de álcool na gasolina pode ser reduzida


Medida poderá ser adotada caso haja risco de desabastecimento.
Se for necessário, o percentual da mistura cairá de 25% para 20%.

O governo federal está analisando a redução da mistura de álcool anidro na gasolina. A ideia poderá ser posta em prática caso se verifique risco de desabastecimento do combustível durante a entressafra da cana no Centro-Sul do país. " Não há nada que indique ainda risco de desabastecimento ", disse Manoel Vicente Bertone, secretário de produção e agroenergia do Ministério da Agricultura.

O índice de mistura atual de anidro na gasolina é de 25%. Se houver necessidade, o percentual da mistura será diminuído para 20%, de acordo com a proposta que está em estudo. Isso significaria uma " economia " de 100 milhões de litros de álcool anidro durante a entressafra.

"O governo reúne-se a cada 15 dias com representantes das usinas, distribuidoras e ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) para discutir o quadro de oferta e demanda nacional. Por enquanto, não há necessidade de redução da mistura " , disse Bertone.

Há cerca de 15 dias, a paridade entre os preços do álcool produzido nos Estados Unidos, líder mundial na fabricação do combustível, e do Brasil indicava maior vantagem para a importação do etanol americano.

De acordo com o dirigente do Ministério da Agricultura, os preços no começo do mês de outubro mostravam que a importação do álcool produzido pelos americanos estava mais vantajosa que as cotações do combustível no mercado interno. Por enquanto, não houve registros de importação de etanol.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Preço do álcool varia até 70% em postos de SP, diz pesquisa da ANP



Levantamento semanal é feito em estabelecimentos da capital paulista.
Motoristas pagam, em média, R$ 1,39 por litro de álcool na cidade.

O motorista pode encontrar uma variação de até 70% no preço de um litro de álcool vendido na capital paulista, segundo pesquisa semanal divulgada nesta segunda-feira (5) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A cada semana, o levantamento é realizado em 25% dos postos de São Paulo – em um mês, todos os cerca de 2 mil estabelecimentos são pesquisados.

O estudo tem o objetivo de informar o consumidor sobre os preços praticados nos municípios. A pesquisa divulgada nesta segunda-feira é referente a coletas realizadas entre os dias 27 de setembro e 3 de outubro em todas as regiões da capital paulista. O menor preço encontrado foi R$ 1,17 em um posto da Zona Oeste de São Paulo. O álcool mais caro era comercializado a R$ 1,99 em outro estabelecimento da mesma região.

O preço médio encontrado pela ANP na capital paulista foi de R$ 1,39. O consumidor pode verificar também, no site da agência, a variação do preço por bairros. Em Santana, na Zona Norte, a média é de R$ 1,42 por litro e os preços variam de R$ 1,28 e R$ 1,69 entre os postos pesquisados. Já na Bela Vista, região central de São Paulo, os consumidores pagam, em média, R$ 1,40 pelo litro. O álcool mais caro custava R$ 1,78 e o mais barato, R$ 1,19.

No Belenzinho, na região Leste da cidade, o preço médio ficou em R$ 1,32, com variação entre R$ 1,49 e R$ 1,21. Já os motoristas do Butantã, na Zona Oeste, abastecem os carros com álcool entre R$ 1,29 e R$ 1,49, média de R$ 1,38 por litro. No Ipiranga, na Zona Sul, o preço médio é de R$ 1,34, com preços entre R$ 1,24 e R$ 1,59.
Alta de 10%

A alta acumulada do álcool nos postos de São Paulo é de 10% nos últimos três meses, segundo levantamento do Ticket Car. O preço médio do produto no mês de setembro subiu 3,5%, ficando em R$ 1,33. A empresa realiza o levantamento mensal em cerca de 8 mil postos credenciados à rede em todo o país.

Na capital paulista, o estudo revelou que as regiões Norte e Leste tem os melhores preços médios do álcool, respectivamente R$ 1,29 e R$ 1,30, seguidos pela Zona Sul (R$ 1,33), Oeste e Centro (R$ 1,35). Na Grande São Paulo, a pesquisa também mostrou um aumento de 3,5% no preço do álcool em setembro, cujo preço médio ficou em R$ 1,31.

sábado, 3 de outubro de 2009

Carrinho chega a partir de R$ 62.870 para brigar com smart e Mini. Design é cativante, mas guiada é menos divertida que a concorrência.


O italianinho 500, cuja pronúncia é “tchinqüetchento”, nasceu na Itália em 1957 e até o final de sua produção, em 1975, foi ícone da indústria automotiva mundial. O tempo passou e 50 anos após a estreia do primeiro modelo, a Fiat lançou na Europa a reedição do carismático carrinho que, desembarca no Brasil dois anos depois de conquistar o mercado europeu.

Por aqui, ele chega para disputar espaço entre os compactos premium Volkswagen New Beetle - que inaugurou o segmento no país - e os recém chegados smart fortwo e Mini cooper, que segundo a Fiat são os verdadeiros alvos. Entre os dois modelos, o 500 ocupa a posição do meio, pelo menos no preço.

Fabricado na Polônia, o carrinho chega a partir de R$ 62.870, mais caro que o smart fortwo (R$ 57.900) e mais em conta que o Mini Cooper (R$ 86.900) que teve o preço reduzido pouco antes da chegada do rival. A vantagem para o smart é que o 500 leva quatro passageiros, duas pessoas a mais. Para o Mini Cooper a vantagem é mesmo o preço, já que o compacto da Fiat sai bem equipado de fábrica (sete airbags, freios ABS com EBD e controle de estabilidade e tração, ar-condicionado, trio e direção elétrica, rádio MP3, computador de bordo e faróis de neblina) e custa quase R$ 24 mil a menos.


A fiel releitura do 500 é apaixonante. O visual romântico e nostálgico da carroceria é reforçado pelos faróis arredondados acima das lanternas e os frisos cromados na dianteira que formam um ‘bigode’ e fazem o carro parecer um simpático ‘ratinho’. O tamanho também pesa a favor do chame. São 3,55 m de comprimento, 1,63 m de largura e 2,30 m de entreeixos.

Por outro lado, não é para qualquer um que se pode oferecer uma carona. De acordo com a fabricante, a cabine recebe com conforto passageiros de até 1,85 m. No entanto, uma pessoa com 1,70 m fica com a cabeça apenas quatro dedos de distância do teto na dianteira e três dedos no banco traseiro. O teto em vidro fixo, que pode ter acionamento elétrico (opcional), dá a impressão de mais espaço, por isso também é uma solução adotada pelos concorrentes.